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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Slipknot, máscaras e amor pela música: uma das poucas bandas que ainda vale a pena.

Corey Taylor: "Nós não estamos nos escondendo atrás das máscaras, nós realmente nos revelamos mais do que você possa imaginar. A máscara que eu uso tira toda a crueldade que tenho dentro de mim, a qual odeio. Embora queime como o inferno, isso mantém minha integridade."



Chris Fehn: "Nossa música é muito potente, ela vem do coração. Como somos nove, temos várias influências, desde Slayer, Black Sabbath e Kiss. Nosso DJ gosta de jungle e coisas do tipo."



James Root: "Os caras escolheram essa máscara para me constranger. Demorou um pouco para me integrar a banda, pois era um cara tímido antes de me juntar a ela. Agora sou um retardado! Se sou tão psicótico quanto o resto? Me pergunte isso daqui a um tempo!"



Shawn Clown Craham: "Não estamos aí para tentar ser uma espécie de "Kiss Maluco" onde ninguém possa descobrir quem somos nós. Todos sabem que sou casado e tenho 3 filhos. Não estou aqui para levantar o meu ego. Não estou aqui para foder com tudo. Estou aqui para tocar música e fazer isso da melhor maneira possível. E se alguns fãs me reconhecerem por aí...cara, eu ficaria assinando autógrafos o dia inteiro. Tudo que faço é para eles. E não interessa como meu cabelo está ou como eu me pareço. As pessoas se preocupam em quem somos quanto à banda... quem é a banda... então percebemos que o foco principal está na música, e a música é tudo!"



Sid Wilson: "A máscara não deixa que o oxigênio chegue até o meu cérebro. Eu tenho alucinações e vertigens. A toda hora, não sei o que está havendo a minha volta. O público me ajuda com sua energia e me permite manter a linha."



Paul Grey (1972-2010 esteja em paz): "As máscaras representam uma 'anti-mensagem'. Nós não estamos preocupados com um penteado com estilo, ou com as roupas que vestimos, a nossa música vem primeiro, e com as máscaras, afastamos a imagem de rock star."



Mick Thomson: "Shawn, o palhaço, tinha sua máscara já fazia anos. Ele colocou a máscara num dia que a banda só estava zoneando e achamos engraçado. Então ele começou a usar a máscara sempre e depois cada um da banda resolveu trazer sua própria máscara. As máscaras mudam muito a gente, elas nos permitem ser alguém que não somos. Nós testamos, achamos muito doido e isso funcionou. Não foi uma grande invenção mas funcionou!"





Craig Jones: "Geralmente, quando estamos seguindo para o palco, nós gostamos de mexer com o público. Quando as pessoas nos vêm chegando, todos saem da frente. Mas, às vezes, elas não saem..."


Joey Jordison: "Nós não usamos as máscaras para que as pessoas se interessem por nós. Depois de sermos constantemente insultados, só por tentarmos fazer um pouco de música em Des Moines (cidade donde vieram), percebemos que as máscaras deixariam nossas identidades anônimas. Ninguém se preocupou em descobrir quais eram nossos nomes ou como nos parecíamos, então percebemos que nos tornamos somente música. As máscaras começaram como algo pequeno e aos poucos as pessoas foram se interessando e a coisa foi crescendo. Mas a música com certeza é o mais importante. As máscaras e os macacões foram coisas que aconteceram e por alguma razão deram certo... foi por isso que continuamos com tudo, acabamos ficando presos às máscaras e às roupas."

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